Virtualbox: Uma maneira interessante de possuir vários SOs em uma máquina só

Representação de virtualização

Sabe quando você quer testar uma distribuição (ou SO) diferente mas não quer mexer diretamente no particionamento do seu HD? Ou quando você precisar propor uma máquina individual para serviços web, mas não tem hardware sobrando para isto? Ou quando você precisa ficar movendo um ambiente completo entre máquinas ou locais?

Virtualização pode ser a resposta para os seus problemas!

Virtualização? What the hell?

Segundo o nosso bom e velho Wikipedia, virtualização é:

(…) uma forma de esconder as características físicas de uma plataforma computacional dos utilizadores, mostrando outro hardware virtual, emulando um ou mais ambientes isolados.

Em outras palavras, é a capacidade de você executar um ou mais sistemas operacionais através de plataformas que são emuladas através de um segundo sistema operativo… não ajudei né? Então vamos para a forma “vulgar”:

É o conceito ou software que permite a você executar Ubuntu, Mac OS X e FreeBSD em seu Windows XP sem necessitar particionar seu HD, e ao mesmo tempo. Neste caso, um hardware virtual é criado e você opera (instala, configura, usa) o SO normalmente, como se estivesse em uma “máquina física”.

O artigo no Wikipedia sobre virtualização está bem bacana, inclusive citando vantagens e inconvenientes.

O Virtualbox

Logotipo do Virtualbox Existem diversas formas e ferramentas para virtualizar ambientes em seu desktop ou servidor. A ferramenta que tenho utilizado com muito sucesso (em meu desktop, sou programador e não expert em infra (: ) é o Virtualbox (também chamado de Virtualbox OSE).

Hoje mantido pela Oracle (que adquiriu a Sun Microsystems), o Virtualbox é uma solução ágil e objetiva no que diz respeito a virtualização. Não sei a opinião dos profissionais de infraestrutura sobre esta ferramenta, mas já passei por duas empresas especializadas em serviços/produtos focados em servidores, e o Virtualbox estava lá atendendo a demanda.

O que me chamou a atenção foi a facilidade de uso. Como programador, utilizo-o para criar sandboxes e máquinas de testes. Na empresa onde trabalho atualmente, utilizamos o programa para manter nossos workspaces isolados (já que a aplicação em que eu trabalho é empacotada como uma verdadeira distribuição Linux). Já no meu computador pessoal, tenho VMs (Virtual Machines – Máquinas Virtuais) para testar distribuições como o Debian, Slackware e até mesmo o Android.

Instalando o Virtualbox

Existem milhares de tutoriais que ensinam a instalar o Virtualbox. Não vou “reinventar a roda”… vou apenas indicar alguns tutoriais:

Até a próxima…