Como versionar projetos Django com o Mercurial - Parte 1

Logotipo do Mercurial Olá pessoas!

E cá estamos, tentando de qualquer forma manter este blog alimentado com um conteúdo no mínimo interessante.

Se você está começando em Django, e nunca utilizou uma ferramenta de controle de versão (as vezes por trauma do SVN ou por simples desinteresse) esta será uma grande oportunidade para você conhecer o Mercurial, e saber a forma que venho utilizando para versionar meus projetos Django.

Peraí! Por que não Git?

Logotipo do Git Sem dúvida o Git é a ferramenta do momento em se tratando de controle de versões, e vem sendo muito utilizada por rubistas e pythonistas (eu incluso nessa última galera).

Por que não falar de Git aqui? Simples! Você vai ouvir falar sobre Git em todo o lugar. O Google vai te trazer toneladas de informações sobre Git. Você vai “ouvir” o pessoal falando que Git é melhor do que qualquer outra ferramenta. Você vai até enjoar de tanto ouvir falar sobre Git.

O Mercurial foi o primeiro DVCS que utilizei (de verdade). Na minha opinião, ele é mais simples que o Git, é feito em Python, e me atende no desenvolvimento dos meus projetos pessoais.

Concordo com o pessoal que diz que o Git é bom, e concordo com o pessoal que fala que o Mercurial é bom. É perfeitamente possível utilizar estas duas ferramentas, não precisamos ser radicais e iniciar um flame em cima deste assunto. A opção é melhor que não ter opção…

GitHub x Bitbucket

Bitbucket x Github Agora uma coisa eu não posso deixar de concordar: O GitHub é (na minha opinião) melhor que o Bitbucket.

Ambos são repositórios de código na nuvem, o primeiro usando Git e o segundo usando Mercurial. O detalhe é que o GitHub tem algumas funções mais apuradas que o Bitbucket, principalmente as funcionalidades que tornam a ferramenta muito mais “social”.

Embora o Bitbucket recentemente tenha sido adquirido pela Atlassian e tenha recebido uma forte injencão de melhorias… o GitHub ainda é, para mim, a melhor forma de compartilhar código que existe no momento.

Venho utilizando o Bitbucket pela opção de poder manter repositórios de código “fechados”. Coisa que com o “rival” só é possível através de uma conta paga.

Mais uma vez… é perfeitamente possível viver utilizando as duas ferramentas.

Na próxima parte deste post vamos abordar o básico do Mercurial, e também pretendo mostrar como organizo os meus projetos Django “versionando-os” com o Mercurial e Bitbucket.

Até a próxima…